Para igrejas, auditórios, escolas e estúdios. Projeto, fabricação própria e execução com uma única equipe, do primeiro desenho até o dia da inauguração.
Recebemos um galpão com entulho e piso destruído. Entregamos uma igreja pronta para o culto, com uma equipe cuidando de tudo o que depende de som.
Tratamento acústico paredes e teto
Palco estrutura e acabamento
Sistema de som com mesa digital
Obra civil leve drywall, forro, acabamento
Obras entregues
O que já saiu do papel
Fotos reais das nossas obras. Toque em uma obra para ver todas as imagens, inclusive o antes.
Serviços
A sala inteira, com um único responsável
Acústica é o centro do nosso trabalho. Em volta dela fazemos a obra comercial completa e entregamos tudo instalado e funcionando, sem você coordenar vários fornecedores.
Acústica o centro
Projeto, cálculo e execução de isolamento e tratamento: paredes e forros desacoplados, box in a box, pisos flutuantes, painéis, difusores e bass traps.
Portas, janelas e visores fabricação própria
Portas acústicas de 30 e 40 dB, portas em ACM, janelas de sobrepor e visores de vidro duplo laminado. Fabricados por nós e instalados pela nossa equipe.
Paredes, forros e sancas com montagem acústica: dupla chapa, lã mineral, banda acústica e isoladores.
Marcenaria sob medida
Ripados, bancadas de estúdio, racks, móveis técnicos e acabamentos. A madeira que aparece nas nossas obras sai da nossa marcenaria.
Especialistas em
Infraestrutura completa
Do quadro de energia ao último cabo de rede. Deixamos tudo instalado, testado e funcionando.
ÁudioSistemas de som, microfonação, mesas e processadores
VídeoProjeção, telas, painéis e transmissão
Equipamentos de áudio e vídeoFornecimento, instalação e configuração
RedeCabeamento estruturado, racks e Wi-Fi
ElétricaQuadros, circuitos dedicados e iluminação
Ar-condicionadoDimensionado junto com a acústica, sem ruído e sem furar o isolamento
DrywallParedes, forros e sancas, com ou sem montagem acústica
Câmeras de segurançaCFTV com gravação e acesso pelo celular
Fechaduras e acessos digitaisSenha, cartão, biometria e controle de acesso
Em parceria com
Empresa de informáticaComputadores, servidores e suporte de TI
Empresa de cibersegurança empresarialProteção de rede, firewall e dados da sua empresa
Como resolvemos o som
Isolar e tratar são coisas diferentes
Isolamento impede que o som saia ou entre. Tratamento controla como o som se comporta dentro da sala. Igrejas, auditórios e estúdios quase sempre precisam dos dois.
Isolamento
O som não sai, o barulho não entra
O som atravessa pelo ponto mais fraco: porta, janela, fresta, laje ou a própria estrutura. Isolar é trabalhar esses pontos com três princípios.
Quando o isolamento precisa ser alto, como em estúdios e salas de ensaio, construímos uma segunda sala por dentro da existente. Ela fica apoiada sobre amortecedores e não encosta em nenhum ponto da estrutura original.
AForro suspenso por molas isoladoras, sem tocar na laje
BParedes internas presas por isoladores, com lã mineral na câmara de ar e dupla chapa
CPiso flutuante sobre amortecedores de borracha
+Porta acústica e visor duplo com vedação em todo o perímetro
Execução real em obra nossa
C Piso flutuante sobre amortecedoresC Montagem do piso flutuanteB Isolador de parede e lã na câmaraA Forro suspenso sob a lajeA Estrutura do forroB Sala interna fechada em dupla chapa
Como trabalhamos
Você fala com quem projeta
Visita técnica
Vamos até o local, medimos, ouvimos a sala e entendemos o uso: culto, aula, gravação, apresentação.
Projeto e orçamento
Projeto acústico e de infraestrutura com materiais, quantidades e prazos. Orçamento detalhado, item por item.
Obra com equipe própria
Acústica, drywall, elétrica, rede, climatização, áudio e vídeo executados pela nossa equipe.
Entrega funcionando
Som ajustado, equipamentos configurados e tudo testado. Você recebe o espaço pronto para usar.
Loja
Peças avulsas, prontas para instalar
Portas, janelas, visores, placas e bass traps com preço fechado. Pix com 5% de desconto ou até 12× no cartão. Tem simulador para calcular quantas placas a sua sala precisa.
Informe as medidas e o uso da sala, escolha placas e bass traps e veja como o tempo de reverberação muda. Depois, ouça a diferença.
Medidas da sala (metros)
Telhado inclinado: use no pé-direito a altura média entre a parte mais baixa e a mais alta.
Ocupação
Placa 120 × 60 cm
8
0
Coluna de canto para segurar o grave.
Reverberação hoje–média 500 Hz–1 kHz
Com as placas––
Ideal para o uso––
Sua sala
Reverberação por frequência (segundos)
AntesCom placasFaixa idealRegião modal
Modos da sala (ressonâncias do grave)
Axial (mais forte)TangencialOblíquoFaixa modal
Critério de Bonello (distribuição dos modos)
–
Área de Bolt: as proporções da sua sala
Área de BoltProporções clássicas (A a H)Sua salaMedidas sugeridas
Como chegamos na posição
Proporções clássicas: A, B e C de Sepmeyer (1965); D, E e F de Louden (1971); G de Volkmann (2:3:5) e H de Boner. A área verde é a região de proporções aceitáveis de Bolt, redesenhada de forma aproximada a partir do gráfico original. As medidas sugeridas precisam estar dentro dela e passar no critério de Bonello.
Ouça a diferença
Palmas reais, gravadas em estúdio, com a reverberação calculada para a sala. Use fone de ouvido.
8 placas de 100 mm
Estimativa pelo método de Arau-Puchades em 6 bandas de oitava, com modos, frequência de Schroeder e critério de Bonello para sala retangular (veja "Como calculamos" logo abaixo). Serve para dimensionar a compra; para estúdios, igrejas e auditórios, recomendamos visita técnica com medição no local.
Como calculamos: fórmulas, normas e referências
Tempo de reverberação (RT60): fórmula de Arau-Puchades (1988). T = ∏ [0,161·V / (−S·ln(1−ᾱi) + 4mV)]Si/S, com i = piso+teto, paredes laterais e paredes de fundo. É uma evolução de Sabine (T = 0,161·V/A) e Eyring que considera a absorção concentrada em algumas superfícies, caso típico de sala com placas só nas paredes. Calculada em 6 bandas de oitava (125 Hz a 4 kHz); o valor em destaque é a média de 500 Hz e 1 kHz. O software ODEON usa Sabine, Eyring e Arau-Puchades na sua estimativa rápida de reverberação.
Absorção do ar: termo 4·m·V, com m de acordo com a ISO 9613-1 (≈ 20 °C e 60% de umidade). Pesa em salas grandes e nas frequências agudas.
Coeficientes de absorção (α) por banda: pisos, laje, drywall, alvenaria e vidro segundo tabelas de referência da literatura (Everest & Pohlmann; Kuttruff; Long). Forro de lã mineral: valor típico de catálogo de forro modular (NRC ≈ 0,55). Forro de PVC, telhados de zinco e fibrocimento e telha sanduíche de face lisa não têm valor padronizado; entram como estimativa de chapa fina. Placas: lã mineral em montagem direta (tipo A da ISO 354). Assentos: absorção por unidade, vazio e ocupado, na ordem de grandeza publicada por Beranek. Somamos 0,04 a 0,05 de absorção residual (portas, janelas, luminárias, frestas): estimativa nossa para salas reais.
Modos da sala: f = (c/2)·√((nx/L)² + (ny/W)² + (nz/H)²), com c = 343 m/s, para sala retangular de paredes rígidas. Axiais (1 índice), tangenciais (2) e oblíquos (3).
Frequência de Schroeder: fs = 2000·√(T/V). Abaixo dela a sala se comporta por modos; acima, por reverberação. Em salas muito pequenas é só uma aproximação.
Largura de cada modo: B = 2,2/T (Hz). Quanto menor o tempo de reverberação no grave, mais largo e mais baixo fica o pico do modo: é o efeito do bass trap.
Critério de Bonello: modos por terço de oitava até 200 Hz, a partir da primeira banda com modo. Passa se a quantidade não cair de uma banda para a seguinte e se não houver modos coincidentes (diferença menor que 0,5%) em banda com menos de 5 modos. Algumas calculadoras exigem que a quantidade sempre suba; aqui, bandas iguais são aceitas.
Área de Bolt e sugestões: proporções largura ÷ pé-direito e comprimento ÷ pé-direito marcadas sobre a região de proporções aceitáveis de Bolt (1946), com as proporções clássicas de Sepmeyer (1965), Louden (1971), Volkmann e Boner. A sugestão é a menor redução (paredes até 1 m, forro até 60 cm, de 5 em 5 cm) que leva a sala para dentro da área e passa no critério de Bonello mesmo com ±5 cm de diferença de obra.
Áudio: resposta ao impulso montada banda por banda com o RT60 de cada oitava; mistura de som direto e reverberante pela distância crítica rc = 0,057·√(V/T), com o ouvinte a cerca de 3 m; reforço dos modos axiais abaixo da frequência de Schroeder. Palma real (Versilian Community Sample Library, licença CC0) e voz de estúdio (banco CMU ARCTIC, Carnegie Mellon University).
Faixa ideal por uso: valores típicos de projeto para salas com sistema de som. Para laudo ou projeto formal, o tempo ótimo deve ser definido pela ABNT NBR 12179 em função do volume e do uso, e conferido com medição pela ISO 3382-2.
Referências
ABNT NBR 12179:1992. Tratamento acústico em recintos fechados.
ISO 354:2003. Medição da absorção sonora em câmara reverberante.
ISO 3382-2:2008. Medição de parâmetros acústicos de salas: tempo de reverberação em salas comuns.
ISO 9613-1:1993. Atenuação do som ao ar livre: cálculo da absorção pela atmosfera.
Arau-Puchades, H. (1988). An improved reverberation formula. Acustica, 65, 163–180.
Eyring, C. F. (1930). Reverberation time in "dead" rooms. J. Acoust. Soc. Am., 1, 217–241.
Bonello, O. J. (1981). A new criterion for the distribution of normal room modes. J. Audio Eng. Soc., 29(9), 597–606.
Schroeder, M. R. (1996). The "Schroeder frequency" revisited. J. Acoust. Soc. Am., 99(5), 3240–3241.
Beranek, L. L. (2006). Analysis of Sabine and Eyring equations and their application to concert hall audience and chair absorption. J. Acoust. Soc. Am., 120(3), 1399–1410.
Bolt, R. H. (1946). Note on normal frequency statistics for rectangular rooms. J. Acoust. Soc. Am., 18(1), 130–133.
Sepmeyer, L. W. (1965). Computed frequency and angular distribution of the normal modes of vibration in rectangular rooms. J. Acoust. Soc. Am., 37(3), 413–423.
Louden, M. M. (1971). Dimension-ratios of rectangular rooms with good distribution of eigentones. Acustica, 24, 101–104.
Cox, T. J.; D'Antonio, P.; Avis, M. R. (2004). Room sizing and optimization at low frequencies. J. Audio Eng. Soc., 52, 640–651.
Everest, F. A.; Pohlmann, K. C. Master Handbook of Acoustics. McGraw-Hill.
Kuttruff, H. Room Acoustics. CRC Press.
Long, M. Architectural Acoustics. Academic Press.
Precisa de mais que uma peça?
Para igreja, auditório ou estúdio completo, a gente vai até o local, projeta e executa a obra inteira.