Grupo Pais e Filhos
Grupo Pais e Filhos
Auditório com paredes e forro em madeira moldados para a acústica
Áudio e acústica · São Paulo

Acústica e obra completa

Para igrejas, auditórios, escolas e estúdios. Projeto, fabricação própria e execução com uma única equipe, do primeiro desenho até o dia da inauguração.

40 dBportas e visores acústicos de fabricação própria
Obra completaacústica, drywall, elétrica, rede, áudio, vídeo e climatização
1 equipedo projeto à entrega, sem terceirizar a obra
SP e interiorcapital, Grande SP e interior do estado
Galpão antes da obra, com piso destruído e entulhoANTES
A mesma igreja depois da obra, com palco, instrumentos e públicoDEPOIS
Obra completa

Do galpão vazio à igreja cheia

Recebemos um galpão com entulho e piso destruído. Entregamos uma igreja pronta para o culto, com uma equipe cuidando de tudo o que depende de som.

  • Tratamento acústico paredes e teto
  • Palco estrutura e acabamento
  • Sistema de som com mesa digital
  • Obra civil leve drywall, forro, acabamento
Obras entregues

O que já saiu do papel

Fotos reais das nossas obras. Toque em uma obra para ver todas as imagens, inclusive o antes.

Serviços

A sala inteira, com um único responsável

Acústica é o centro do nosso trabalho. Em volta dela fazemos a obra comercial completa e entregamos tudo instalado e funcionando, sem você coordenar vários fornecedores.

Técnica de estúdio com forro ripado, bancada sob medida e visor acústico
  • Acústica o centro

    Projeto, cálculo e execução de isolamento e tratamento: paredes e forros desacoplados, box in a box, pisos flutuantes, painéis, difusores e bass traps.

  • Portas, janelas e visores fabricação própria

    Portas acústicas de 30 e 40 dB, portas em ACM, janelas de sobrepor e visores de vidro duplo laminado. Fabricados por nós e instalados pela nossa equipe.

    Ver preços na loja →
  • Drywall e forros

    Paredes, forros e sancas com montagem acústica: dupla chapa, lã mineral, banda acústica e isoladores.

  • Marcenaria sob medida

    Ripados, bancadas de estúdio, racks, móveis técnicos e acabamentos. A madeira que aparece nas nossas obras sai da nossa marcenaria.

Especialistas em

Infraestrutura completa

Do quadro de energia ao último cabo de rede. Deixamos tudo instalado, testado e funcionando.

  • ÁudioSistemas de som, microfonação, mesas e processadores
  • VídeoProjeção, telas, painéis e transmissão
  • Equipamentos de áudio e vídeoFornecimento, instalação e configuração
  • RedeCabeamento estruturado, racks e Wi-Fi
  • ElétricaQuadros, circuitos dedicados e iluminação
  • Ar-condicionadoDimensionado junto com a acústica, sem ruído e sem furar o isolamento
  • DrywallParedes, forros e sancas, com ou sem montagem acústica
  • Câmeras de segurançaCFTV com gravação e acesso pelo celular
  • Fechaduras e acessos digitaisSenha, cartão, biometria e controle de acesso
Em parceria com
Empresa de informáticaComputadores, servidores e suporte de TI
Empresa de cibersegurança empresarialProteção de rede, firewall e dados da sua empresa
Como resolvemos o som

Isolar e tratar são coisas diferentes

Isolamento impede que o som saia ou entre. Tratamento controla como o som se comporta dentro da sala. Igrejas, auditórios e estúdios quase sempre precisam dos dois.

Lã mineral sendo instalada dentro de uma parede
Isolamento

O som não sai, o barulho não entra

O som atravessa pelo ponto mais fraco: porta, janela, fresta, laje ou a própria estrutura. Isolar é trabalhar esses pontos com três princípios.

  1. MassaCamadas pesadas: dupla chapa, placas cimentícias, laje.
  2. DesacoplamentoUma estrutura sem contato rígido com a outra, com lã mineral na câmara de ar.
  3. VedaçãoPorta e janela acústicas, visor duplo, nenhuma fresta.

Medido em dB de redução · ex.: porta de 40 dB

Parede de auditório revestida com painéis acústicos em tecido
Tratamento

A sala para de embolar

Sem tratamento, a voz e a música ficam batendo nas paredes e voltam como eco. O tratamento controla essas reflexões.

  1. Medição e projetoCalculamos o tempo de reverberação ideal para o uso da sala.
  2. AbsorçãoPainéis em tecido e bass traps nos pontos certos, sem deixar a sala abafada.
  3. DifusãoRipados e difusores espalham o som e mantêm a sala viva.

Medido em tempo de reverberação · RT60 em segundos

Teste real · áudio original

Nossa porta de 40 dB

Um compressor ligado do lado de fora. Com a porta aberta, o barulho domina. Com a porta fechada, ele praticamente some. Sem edição no áudio.

  • ✓Isolamento acústico de 40 dB
  • ✓Fabricação própria, sob medida
  • ✓Visor de vidro e acesso digital como opção
  • ✓Entregue instalada pela nossa equipe
Box in a box

Uma sala dentro da sala

Quando o isolamento precisa ser alto, como em estúdios e salas de ensaio, construímos uma segunda sala por dentro da existente. Ela fica apoiada sobre amortecedores e não encosta em nenhum ponto da estrutura original.

  • AForro suspenso por molas isoladoras, sem tocar na laje
  • BParedes internas presas por isoladores, com lã mineral na câmara de ar e dupla chapa
  • CPiso flutuante sobre amortecedores de borracha
  • +Porta acústica e visor duplo com vedação em todo o perímetro
Corte técnico de uma sala box in a box: forro suspenso por molas, paredes internas presas por isoladores e piso flutuante sobre amortecedores Box in a box sala interna sem contato rígido com a estrutura A forro suspenso por molas B isoladores de parede C piso flutuante A B C
Execução real em obra nossa
Piso flutuante apoiado sobre amortecedores de borracha
C Piso flutuante sobre amortecedores
Montagem das placas do piso flutuante
C Montagem do piso flutuante
Isolador de parede preso ao perfil, com lã mineral na câmara de ar
B Isolador de parede e lã na câmara
Estrutura do forro suspensa por pendurais isolados sob a laje
A Forro suspenso sob a laje
Perfis do forro suspenso montados antes do fechamento
A Estrutura do forro
Sala interna fechada com dupla chapa de drywall
B Sala interna fechada em dupla chapa
Como trabalhamos

Você fala com quem projeta

  1. Visita técnica

    Vamos até o local, medimos, ouvimos a sala e entendemos o uso: culto, aula, gravação, apresentação.

  2. Projeto e orçamento

    Projeto acústico e de infraestrutura com materiais, quantidades e prazos. Orçamento detalhado, item por item.

  3. Obra com equipe própria

    Acústica, drywall, elétrica, rede, climatização, áudio e vídeo executados pela nossa equipe.

  4. Entrega funcionando

    Som ajustado, equipamentos configurados e tudo testado. Você recebe o espaço pronto para usar.

Loja

Peças avulsas, prontas para instalar

Portas, janelas, visores, placas e bass traps com preço fechado. Pix com 5% de desconto ou até 12× no cartão. Tem simulador para calcular quantas placas a sua sala precisa.

Contato

Conte o que você precisa

O atendimento é pelo WhatsApp. Mande fotos e medidas do espaço que já respondemos com o próximo passo.

(11) 98320-2983
Abrir WhatsApp

Instagram @gp.paisefilhos
São Paulo, SP · atendemos capital, Grande SP e interior

Loja Pais e Filhos

Peças acústicas

Fabricadas na nossa oficina, as mesmas que usamos nas nossas obras. Compre a peça avulsa e instale você mesmo, ou peça a instalação junto.

Pix 5% de desconto Cartão até 12× Placas preço de pacote a partir de 10 Instalação sob consulta em SP
Simulador de sala

Quantas placas a sua sala precisa?

Informe as medidas e o uso da sala, escolha placas e bass traps e veja como o tempo de reverberação muda. Depois, ouça a diferença.

Medidas da sala (metros)
Ocupação
Placa 120 × 60 cm
8
0
Coluna de canto para segurar o grave.
Reverberação hoje–média 500 Hz–1 kHz
Com as placas––
Ideal para o uso––

Sua sala

Reverberação por frequência (segundos)

AntesCom placasFaixa idealRegião modal

Modos da sala (ressonâncias do grave)

Axial (mais forte)TangencialOblíquoFaixa modal

Critério de Bonello (distribuição dos modos)

–

Área de Bolt: as proporções da sua sala

Área de BoltProporções clássicas (A a H)Sua salaMedidas sugeridas
Como chegamos na posição

    Proporções clássicas: A, B e C de Sepmeyer (1965); D, E e F de Louden (1971); G de Volkmann (2:3:5) e H de Boner. A área verde é a região de proporções aceitáveis de Bolt, redesenhada de forma aproximada a partir do gráfico original. As medidas sugeridas precisam estar dentro dela e passar no critério de Bonello.

    Ouça a diferença

    Palmas reais, gravadas em estúdio, com a reverberação calculada para a sala. Use fone de ouvido.

    8 placas de 100 mm

    Estimativa pelo método de Arau-Puchades em 6 bandas de oitava, com modos, frequência de Schroeder e critério de Bonello para sala retangular (veja "Como calculamos" logo abaixo). Serve para dimensionar a compra; para estúdios, igrejas e auditórios, recomendamos visita técnica com medição no local.

    Como calculamos: fórmulas, normas e referências
    1. Tempo de reverberação (RT60): fórmula de Arau-Puchades (1988). T = ∏ [0,161·V / (−S·ln(1−ᾱi) + 4mV)]Si/S, com i = piso+teto, paredes laterais e paredes de fundo. É uma evolução de Sabine (T = 0,161·V/A) e Eyring que considera a absorção concentrada em algumas superfícies, caso típico de sala com placas só nas paredes. Calculada em 6 bandas de oitava (125 Hz a 4 kHz); o valor em destaque é a média de 500 Hz e 1 kHz. O software ODEON usa Sabine, Eyring e Arau-Puchades na sua estimativa rápida de reverberação.
    2. Absorção do ar: termo 4·m·V, com m de acordo com a ISO 9613-1 (≈ 20 °C e 60% de umidade). Pesa em salas grandes e nas frequências agudas.
    3. Coeficientes de absorção (α) por banda: pisos, laje, drywall, alvenaria e vidro segundo tabelas de referência da literatura (Everest & Pohlmann; Kuttruff; Long). Forro de lã mineral: valor típico de catálogo de forro modular (NRC ≈ 0,55). Forro de PVC, telhados de zinco e fibrocimento e telha sanduíche de face lisa não têm valor padronizado; entram como estimativa de chapa fina. Placas: lã mineral em montagem direta (tipo A da ISO 354). Assentos: absorção por unidade, vazio e ocupado, na ordem de grandeza publicada por Beranek. Somamos 0,04 a 0,05 de absorção residual (portas, janelas, luminárias, frestas): estimativa nossa para salas reais.
    4. Modos da sala: f = (c/2)·√((nx/L)² + (ny/W)² + (nz/H)²), com c = 343 m/s, para sala retangular de paredes rígidas. Axiais (1 índice), tangenciais (2) e oblíquos (3).
    5. Frequência de Schroeder: fs = 2000·√(T/V). Abaixo dela a sala se comporta por modos; acima, por reverberação. Em salas muito pequenas é só uma aproximação.
    6. Largura de cada modo: B = 2,2/T (Hz). Quanto menor o tempo de reverberação no grave, mais largo e mais baixo fica o pico do modo: é o efeito do bass trap.
    7. Critério de Bonello: modos por terço de oitava até 200 Hz, a partir da primeira banda com modo. Passa se a quantidade não cair de uma banda para a seguinte e se não houver modos coincidentes (diferença menor que 0,5%) em banda com menos de 5 modos. Algumas calculadoras exigem que a quantidade sempre suba; aqui, bandas iguais são aceitas.
    8. Área de Bolt e sugestões: proporções largura ÷ pé-direito e comprimento ÷ pé-direito marcadas sobre a região de proporções aceitáveis de Bolt (1946), com as proporções clássicas de Sepmeyer (1965), Louden (1971), Volkmann e Boner. A sugestão é a menor redução (paredes até 1 m, forro até 60 cm, de 5 em 5 cm) que leva a sala para dentro da área e passa no critério de Bonello mesmo com ±5 cm de diferença de obra.
    9. Áudio: resposta ao impulso montada banda por banda com o RT60 de cada oitava; mistura de som direto e reverberante pela distância crítica rc = 0,057·√(V/T), com o ouvinte a cerca de 3 m; reforço dos modos axiais abaixo da frequência de Schroeder. Palma real (Versilian Community Sample Library, licença CC0) e voz de estúdio (banco CMU ARCTIC, Carnegie Mellon University).
    10. Faixa ideal por uso: valores típicos de projeto para salas com sistema de som. Para laudo ou projeto formal, o tempo ótimo deve ser definido pela ABNT NBR 12179 em função do volume e do uso, e conferido com medição pela ISO 3382-2.

    Referências

    • ABNT NBR 12179:1992. Tratamento acústico em recintos fechados.
    • ISO 354:2003. Medição da absorção sonora em câmara reverberante.
    • ISO 3382-2:2008. Medição de parâmetros acústicos de salas: tempo de reverberação em salas comuns.
    • ISO 9613-1:1993. Atenuação do som ao ar livre: cálculo da absorção pela atmosfera.
    • Arau-Puchades, H. (1988). An improved reverberation formula. Acustica, 65, 163–180.
    • Eyring, C. F. (1930). Reverberation time in "dead" rooms. J. Acoust. Soc. Am., 1, 217–241.
    • Bonello, O. J. (1981). A new criterion for the distribution of normal room modes. J. Audio Eng. Soc., 29(9), 597–606.
    • Schroeder, M. R. (1996). The "Schroeder frequency" revisited. J. Acoust. Soc. Am., 99(5), 3240–3241.
    • Beranek, L. L. (2006). Analysis of Sabine and Eyring equations and their application to concert hall audience and chair absorption. J. Acoust. Soc. Am., 120(3), 1399–1410.
    • Bolt, R. H. (1946). Note on normal frequency statistics for rectangular rooms. J. Acoust. Soc. Am., 18(1), 130–133.
    • Sepmeyer, L. W. (1965). Computed frequency and angular distribution of the normal modes of vibration in rectangular rooms. J. Acoust. Soc. Am., 37(3), 413–423.
    • Louden, M. M. (1971). Dimension-ratios of rectangular rooms with good distribution of eigentones. Acustica, 24, 101–104.
    • Cox, T. J.; D'Antonio, P.; Avis, M. R. (2004). Room sizing and optimization at low frequencies. J. Audio Eng. Soc., 52, 640–651.
    • Everest, F. A.; Pohlmann, K. C. Master Handbook of Acoustics. McGraw-Hill.
    • Kuttruff, H. Room Acoustics. CRC Press.
    • Long, M. Architectural Acoustics. Academic Press.

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    Para igreja, auditório ou estúdio completo, a gente vai até o local, projeta e executa a obra inteira.

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